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Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

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Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

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Há cerca de quatro anos, a designer Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno negócio em um território potiguara, na cidade de Rio Tinto, litoral norte da Paraíba. Foi durante a pandemia da covid-19 que ela teve a ideia de produzir e vender acessórios e adornos baseados na cultura, estética e ancestralidade africanas.

A partir de uma maleta de miçangas da mãe, nasceram as primeiras peças do Entorno Acessórios.

Notícias relacionadas:Segurança, moradia, saúde são maiores demandas de moradores de favelas.Guia conecta turistas a empreendedorismo nas favelas do Rio.Grupo de Trabalho da Maré pode ser embrião para outras comunidades.“Eu já fazia para mim e passei a fazer para adornar outros corpos”, revelou à Agência Brasil.

“Os adornos se fundamentam em saberes tradicionais, especialmente com o trabalho manual, com as miçangas e com os arames”, descreve.

Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno negócio em Rio Tinto, litoral norte da Paraíba – Foto: 

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